31 de ago. de 2012

Uma viagem intergaláctica


Do ponto de vista humanístico, motivar os alunos significa encorajar seus recursos interiores, seu senso de competência, de autoestima, de autonomia e de autorrealização.
As professoras Márcia, Carine e Simone uniram os conteúdos ao prazer de pesquisar e criaram uma viagem intergaláctica.






 A desmotivação interfere negativamente no processo de ensino-aprendizagem, e entre as causas da falta de motivação, o planejamento e o desenvolvimento das aulas realizadas pelo professor são fatores determinantes.
 



A motivação do aluno, segundo BORUCHOVITCH e BZUNECK  está relacionada com trabalho mental situado no contexto específico das salas de aula.
De que maneira os adultos compreendem a motivação na infância?
Que tipo de acompanhamento é oferecido à criança, visando o seu desenvolvimento global e, particularmente o desenvolvimento da motivação?
Que respostas relacionadas à motivação podem ser esperadas de um adulto que pouco desenvolveu a sua capacidade motivacional intrínseca na infância?.
 





 
Professoras Márcia, Carine e Simone
 
 
Fonte:
BORUCHOVITCH, E.; BZUNECK, J. A. (orgs.). A motivação do aluno: contribuições da psicologia contemporânea.
http://web.unifil.br/docs/revista_eletronica/educacao/Artigo_06.pdf

A importância da leitura para a produção textual

 
A importância do ato de aprender a ler e a escrever está fundamentada na ideia de que o homem se faz livre por meio do domínio da palavra. O uso da linguagem é tão importante que a linha do tempo divide a história em antes e depois da escrita.
 
 



Ler e escrever bem requer esforço e dedicação do aluno, mas também a orientação e a mediação segura do professor.
Para se construir compreensão do ato de ler e escrever cabe, pois, avaliar o papel do aluno na construção da leitura e da escrita e sua percepção do processo, bem como o papel do professor e sua percepção no desenvolvimento da habilidade de escrever e ler e no processo de produção textual na escola.

Professor Alex Costa, de Língua Portuguesas, das 6ªs e 8ªs séries.
 
 


Os 1ºs anos e o lúdico

O processo de ensino e aprendizagem está constantemente aprimorando seus métodos de ensino para a melhoria da educação.
O lúdico é um desses métodos que está sendo trabalhado na prática pedagógica, contribuindo para o aprendizado do alunado possibilitando ao educador o preparo de aulas dinâmicas fazendo com que o aluno interaja mais em sala de aula, pois cresce a vontade de aprender, seu interesse ao conteúdo aumenta e dessa maneira ele realmente aprende o que foi proposto a ser ensinado, estimulando-o a ser pensador, questionador e não um repetidor de informações.

 




O principal papel do professor é estimular o aluno à construção de novos conhecimentos e através das atividades lúdicas o aprenpente acaba sendo desafiado a produzir e oferecer soluções às situações-problemas impostas pelo educador. O lúdico é um dos motivadores na percepção e na construção de esquemas de raciocínio, além de ser uma forma de aprendizagem diferenciada e significativa.
 




Celso Antunes diz que: "Um professor que adora o que faz, que se empolga com o que ensina, que se mostra sedutor em relação aos saberes de sua disciplina, que apresenta seu tema sempre em situações de desafios, estimulantes, intrigantes, sempre possui chances maiores de obter reciprocidade do que quem a desenvolve com inevitável tédio da vida, da profissão, das relações humanas, da turma...".





 
Trabalhar com os jogos na sala de aula possibilita diversos objetivos, dentre eles: 
 
Desenvolver a criatividade, a sociabilidade e as inteligências múltiplas;
Dar oportunidade para que aprenda a jogar e a participar ativamente;
Enriquecer o relacionamento entre os alunos;
Reforçar os conteúdos já aprendidos;
Adquirir novas habilidades;
Aprender a lidar com os resultados independentemente do resultado;
Aceitar regras;
Respeitar essas regras;
Fazer suas próprias descobertas por meio do brincar;
Desenvolver e enriquecer sua personalidade tornando-o mais participativo e espontâneo perante os colegas de classe;
Aumentar a interação e integração entre os participantes;
Lidar com frustrações se portando de forma sensata;
Proporcionar a autoconfiança e a concentração.
 


 
Professoras Vanessa, Simone e Andreia
1º anos
 
 




29 de ago. de 2012

Formas geométricas, corpo humano e bilhetes dos 2º anos

 Buscando a significação da aprendizagem nossos alunos dos 2º anos aprenderam a produzir bilhetes, a conhecer as formas geométricas relacionando as mesmas aos objetos dos seus cotidianos e a identificar as partes do corpo humano.

A turma 22 trabalhando
 



O corpo humano com formas geométricas
 


Bilhetes produzidos em formas geometricas
 
O corpo humano articulado da turma 23
 


As formas geométricas da turma 21







 
 
Ao formular atividades que não contemplam a realidade imediata dos alunos, formam-se então indivíduos treinados para repetir conceitos, aplicar fórmulas e armazenar termos, sem, no entanto, reconhecer possibilidades de associá-los a seu cotidiano. É importante o educando reconhecer as possibilidades de associação do conteúdo com contextos locais para que haja significado imediato daquilo que ele vê em sala de aula.
A contextualização tem muito a ver com a motivação do aluno, por dar sentido àquilo que ele aprende, fazendo com que relacione o que está sendo ensinado com sua experiência cotidiana.